Mega-Sena acumula e prêmio deve chegar a R$ 100 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio da virada deve chegar a R$ 100 milhões no próximo dia 31 de dezembro.

Caso o valor se confirme, será o maior prêmio já pago na América Latina.
Se ninguém acertar, o valor será  dividido entre os acertadores de 5 números no mesmo concurso.

Ainda há tempo para apostar em qualquer lotérica.

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Recadastramento de Armas Termina dia 31 de dezembro de 2009

Recadastramento de armas termina dia 31 de dezembro.

O prazo não será prorrogado, segundo o Governo Federal.

Após este prazo, quem tiver uma arma sem recadastrar estará cometendo o crime de posse ilegal de armas.

Ainda há tempo.

Acesse o site da Polícia Federal e saiba como fazer: http://www.dpf.gov.br/

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Jack Bauer interroga Papai Noel

Montagem faz sucesso na “web” ao mostrar Jack Bauer, personagem da série “24 Horas”,  interrogando o Papai Noel.

O diálogo é companhando de uma trilha sonora e a edição e iluminação acompanham o estilo da série.

Jack  encontrou um adversário  que “o deixa abalado” no fim do vídeo com a ameaça mais assustadora que o Papai Noel  pode fazer: nada de presentes este ano para Jack…
Veja  o link no  Youtube:  Montagem – Jack Bauer interroga Papai Noel

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Programa gratuito combina “scanner” com impressora para copiar documentos

O “freeware”  Photocopier combina as duas máquinas  para fazer  cópias de materiais impressos.

O Photocopier digitaliza o impresso  e o deixa em termos  para ser enviado à impressora.

O usuário pode  definir o número de cópias, ajustar o brilho, escolher entre impressão colorida, preto e branco ou em tons de cinza e reduzir o tamanho da cópia.

Baixe o programa aqui.

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ERA VIRTUAL NO VIRTUAL STJ AUXILIA ADVOGADOS

STJ instala terminais de auto-atendimento para advogados

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) passa a oferecer, ao fim do atual recesso do Judiciário, vinte terminais de auto-atendimento para os advogados, em vários pontos dos prédios que compõem a sede do Tribunal. As primeiras máquinas começaram a funcionar e permitem que os advogados, com senha cadastrada, localizem processos e acompanhem sua tramitação.

Continue reading

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ESCOLA PAULISTA DA MAGISTRATURA TEM NOVO DIRETOR

Pedro Gagliardi será o 10º diretor da Escola Paulista da Magistratura.

Ele é o atual Vice-Presidente da entidade, eleito em 2008.

A nova direção foi eleita pelo colendo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de  Sâo Paulo e vai exercer as funções no  biênio 2010/2011.

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Quatro são Detidos por Ameaças no Fórum

Clipping do Jornal de Limeira  de 08/12/2009

Autor: Nani Camargo e Danilo Janine

Quarteto foi detido em frente ao Fórum, no Centro

Quatro homens foram detidos em Limeira, na tarde de ontem, acusados de fazer gestos obscenos e intimidar testemunhas em frente ao Fórum, no Centro da cidade.

Por volta das 13h30, a Polícia Militar recebeu denúncia sobre quatro rapazes que estariam fazendo gestos obscenos em frente ao Fórum. Uma viatura foi deslocada até o local e constatou que os quatro indivíduos estariam fazendo gestos obscenos e coagindo testemunhas que entravam para uma audiência no local.

Conforme apurou o Jornal de Limeira, na tarde de ontem, ocorria uma audiência sobre um caso de roubo à residência. Além do interrogatório com os réus, também estavam sendo ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa.

O grupo, formado por quatro rapazes, estaria na entrada do Fórum – a mando de um dos acusados – intimidando algumas dessas testemunhas. Dentre as pessoas que teriam sido coagidas pelo grupo estaria um policial militar que atendeu a ocorrência de roubo e teria prendido os acusados. Ele, que era uma das testemunhas no caso, estava à paisana quando teria sido coagido.

Após a chegada da viatura da PM, os quatro acusados foram encaminhados ao 1º Distrito Policial, no Centro, onde foi elaborado um boletim de ocorrência para averiguação.

Na delegacia, os acusados negaram que estivessem intimidando as pessoas ou fazendo qualquer gesto obsceno e se limitaram a dizer que sofrem perseguição por parte de alguns policiais na cidade. “Sempre que nos vê, ele (policial militar) nos aborda e fica fazendo `pouco caso” da gente”, disse um dos acusados.

“Você acha que iríamos sair de nossas casas para ficar fazendo gestos obscenos para as pessoas. Ainda mais em frente ao Fórum?”, completou.

Já os pms afirmam que o grupo é conhecido nos meios policiais e alguns deles já têm passagens na polícia por vários crimes – como furto, roubo e porte de arma.

Juiz da 2ª Vara Criminal de Limeira, Luiz Augusto Barrichello Neto confirmou que no momento em que o grupo fora detido acontecia uma audiência referente a um caso de roubo à residência e que, além do interrogatório dos réus, testemunhas de acusação e defesa também eram ouvidas.

Republicado com autorização da autora.

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MONTESQUIEU ENRAIVECIDO

Domingos Franciulli Netto

Ao entardecer de minha carreira, prestes a findar-se por força da aposentadoria compulsória, vejo com certo espanto e alguma amargura a mudança que houve na magistratura de uns tempos a esta parte.

Recordo-me dos tempos felizes em que ser juiz era um cargo e uma honraria bastantes em si, não por orgulho, mas por vocação cumprida e satisfeita.

Lembro-me da indignação – e por que não dizer tristeza – que causou para boa parte da magistratura paulista a atitude de um desembargador que se aposentara para ser secretário de governo estadual. Depois a moda quase pegou, uma vez que alguns poucos seguiram a mesma trilha até para servirem governos municipais. Nada tenho contra a importância e dignidade desses cargos, mas, sem nunca ter sofrido de “juizite”, para minha satisfação pessoal, a maioria vocacionada continuou fiel à toga.

Os tempos foram evoluindo (ou involuindo) e eis senão quando alguns nem precisam mais se aposentar para incursionarem no executivo e no legislativo sem maiores cerimônias e chegam até a ditar cátedra, bem como pensam ensinar como a coisa deve ser feita.

Fui dormir com essas conjecturas na cabeça e acabei sonhando com Montesquieu. O sonho sonhado foi ou pareceu ser comprido, daí a razão do resumo que se segue.

Montesquieu, dizendo-se estupefato com o que estava acontecendo em Brasília e alhures, começou por me perguntar se sua obra havia chegado ao Brasil e se era conhecida, a que respondi “sim”, tanto que a tripartição de poderes, alicerçada em “O Espírito das Leis”, estava tradicionalmente consagrada em nossas constituições. Na atual, aliás, insculpida no art. 2º, acerca dos princípios fundamentais: são poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, princípio nem sequer suscetível de ser abolido por emenda (art. 60, § 4º, III).

A única exceção ao princípio da independência dos poderes, ao que parece, atalhei, deu-se com a Constituição de novembro de 1937, a rigor verdadeira Carta outorgada por Getúlio Vargas, apelidada de “Polaca”, por Assis Chateaubriand.

Montesquieu curioso no particular quis saber a razão do estigma.

A duras penas procurei explicar que, segundo alguns, era por ter sido inspirada na Carta Política da Polônia, fruto do Golpe de Estado de 1921. Para outros, contudo, Francisco Campos (o “Chico Ciência”), o jurista de Getúlio, ter-se-ia servido da malograda Constituição de Weimar (1919), da Carta de Trabalho da Itália de Mussolini e da Constituição portuguesa de 1933.

Endossa essa última versão o saudoso desembargador do TJSP Emeric Lévay, historiador do Direito, uma vez que a Carta polonesa, revista em 1926, tornou-se democrática (cf. site do TJSP, www.tj.sp.gov.br).

Prosseguindo, indagou-me o barão se por uma deturpação vernácula, em português, por acaso, “harmônico” e “promíscuo” não queriam dizer a mesma coisa, única explicação que ele encontrava para certas condutas de altos próceres do Judiciário brasileiro.

– Até onde sei, Charles – a essa altura do sonho era como se fôssemos amigos desde criancinha –, ninguém medianamente instruído faz semelhante confusão.

Então, Montesquieu, com ares agora de Sherlock Holmes, concluiu que só podia estar acontecendo uma coisa: essas preclaras autoridades estavam confundindo-o com o Nicolau. Nicolau Maquiavel, para quem, em se tratando de poder, todas as artimanhas são válidas.

Já um tanto desolado, quis saber se eram tais mandatários chegados às letras, pois nos idos do século XVIII penoso lhe fora contrariar aqueles que, por ciência humana ou por invocação divina, defendiam ser a soberania e, portanto, o poder, uno e indivisível.

Elucidar esse aspecto não me foi difícil, pois são letrados sim; não poucos hauriram seu saber das fontes límpidas de Darcy Azambuja e Ruy Cirne Lima, entre outros, daí por que “o buraco não estava aí, só não sei se estava mais em cima ou mais em baixo”.

Tenho a impressão de ter ouvido um sussurro de meu ilustre interlocutor, ao balbuciar que em um País onde havia até bancada em tribunal tudo era possível.

Disse-lhe por derradeiro se deveria acordar deixando toda a esperança de fora, consoante a inscrição da porta do inferno de Dante. Conquanto visivelmente enraivecido com o que estava vendo em nosso País, Charles-Louis de Secondat escusou-se de responder, sob a alegação de que entendido no assunto era Maquiavel.

Domingos Franciulli Netto foi ministro do Superior Tribunal de Justiça e e Desembaragador do Tribunal de Justiça de São Paulo autor do livro “A prestação jurisdicional – o ideal idealíssimo, o ideal realizável e o processo de resultados”.

* Artigo publicado na Revista Carta Capital, SP, ano XI, edição nº 343, 25/5/05, seção Carta Aberta, p. 39.”

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