Barrichello nega pedido de liberdade para acusado de estupro
Andréa Crott
O juiz da 2ª Vara Criminal, Luiz Augusto Barrichello Neto, negou pedido de liberdade provisória formulado por O.G.L., acusado de estuprar C.C.O., 19, na madrugada de 30 de novembro de 2008.
Para o juiz há veementes indícios da prática de conjunção carnal e a prisão é necessária para resguardar a instrução criminal, além do risco de fuga do acusado.
O fato ocorreu em uma das ruas do Jardim Senador Vergueiro por onde a vítima estava passando, após sair do pátio do posto Maktub onde estava com o namorado e a irmã. Ela ia chamar a mãe para socorrer a irmã que não se sentia bem. No trajeto, ao passar defronte da “Chácara dos Dez”, foi agarrada, agredida e estuprada por um homem que nunca vira antes. Por conta disso, os policiais foram ao pátio do posto e conseguiram chegar a O. por um detalhe a mais: uma pequena cicatriz que ele tem na sobrancelha esquerda.
Apurou-se que embora resida em Diadema, O. tem familiares em Limeira e esteve a passeio na cidade. Ao saber quem seria o provável estuprador, buscou-se seu endereço e ele surgiu da forma mais improvável. O próprio O. forneceu seu endereço ao procurar a delegacia de Diadema, dias antes, para relatar o roubo de seus documentos. Como era vítima nessa história, forneceu seus dados e endereço corretos. O BO foi acessado em Limeira através do Sistema Fênix, um serviço on-line de consulta da Polícia Civil.
Com isso, os policiais foram no seu encalço e o prenderam numa favela chamada Campanari. A roupa que usava na ocasião do crime foi apreendida. Questionado pela Gazeta, ele negou o crime e disse ter retornado para Diadema antes da ocorrência do estupro.
Fonte: Gazeta de Limeira 14 de junho de 2009